O benefício alimentação pode entregar muito mais

O vale-alimentação é um dos benefícios mais valorizados pelos colaboradores e representa um importante investimento das empresas na promoção do bem-estar.

No entanto, oferecer o benefício é apenas parte desse processo. Um aspecto que nem sempre recebe a devida atenção é como esse recurso está sendo utilizado e qual impacto ele tem, de fato, na saúde, na disposição e na qualidade de vida da equipe.

Alimentação, energia e desempenho no trabalho.

A alimentação exerce influência direta na energia, na concentração e no desempenho ao longo da jornada de trabalho.

É comum observar que, após o horário do almoço, alguns colaboradores apresentam queda de produtividade, sonolência e dificuldade de concentração. Embora esse comportamento seja frequentemente atribuído ao cansaço da rotina, em muitos casos, ele está relacionado às escolhas alimentares realizadas durante a refeição.

Refeições com excesso de carboidratos refinados, baixa oferta de proteínas e poucas fibras podem favorecer oscilações na glicemia, aumentando a sensação de fadiga e reduzindo o nível de atenção nas horas seguintes.

O problema não está no cartão.

A maioria das empresas já oferece um bom vale-alimentação. Então, o problema quase nunca é o cartão em si, mas o silêncio em torno desse benefício.

Sem nenhuma orientação, cada colaborador utiliza o saldo do jeito que dá: no fast-food, em salgados ou no que cabe no curto tempo de almoço. Ninguém está errado por fazer isso. É o caminho mais fácil quando não existe outra referência por perto.

O problema é que a empresa paga pelo benefício e não colhe quase nada, porque falta a conexão entre receber o benefício e utilizá-lo de forma consciente.

É aí que entra o papel de uma nutricionista dentro da empresa, não apenas para promover uma palestra pontual, mas para ocupar esse espaço vazio no meio do caminho.

Ações simples podem gerar resultados consistentes.

As empresas que realmente colhem resultados com esse benefício não fizeram nada revolucionário. Elas adotaram ações simples e consistentes, como:

  • Uma conversa rápida, de vez em quando, sobre como comer melhor em um dia corrido no trabalho;

  • Um material simples mostrando como fazer o saldo do cartão render mais;

  • A preservação do horário de almoço, evitando que outras demandas comprometam esse momento;

  • Parcerias com estabelecimentos credenciados que ofereçam opções equilibradas, e não apenas rápidas.

Nada disso exige um grande orçamento, mas exige alguém que conduza esse processo. Afinal, cultura não se cria com uma ação isolada, mas com repetição.

Quando esse cuidado existe, é possível perceber diferenças em situações concretas: menos sonolência coletiva no meio da tarde, menos casos de gastrite e enxaqueca, um time que fala bem da empresa fora dela porque sente que o cuidado é real e um ambiente em que as pessoas trabalham com mais tranquilidade.

Como começar na empresa.

Se você é profissional de RH, gestor ou dono do negócio e quer sair do lugar de apenas entregar o cartão, comece de forma simples: observe como o time está utilizando o benefício atualmente, converse com os colaboradores e identifique onde estão as lacunas.

A partir disso, uma ação inicial de educação nutricional já começa a mudar a forma como as pessoas enxergam esse recurso.

Não é necessário ter um plano perfeito para começar, apenas dar o primeiro passo, visto que esse é um investimento na energia, na saúde e no desempenho das pessoas que fazem a empresa acontecer diariamente.

E, caso sua empresa queira dar esse passo sem precisar montar tudo do zero, a Brasil Convênios já possui esse pacote pronto: palestras, rodas de conversa, stand de nutrição e outras ações pensadas para levar orientação de verdade até o colaborador, respeitando o ritmo da sua empresa.

Dê o primeiro passo para transformar o benefício alimentação em mais saúde e qualidade de vida para sua equipe. Fale com a Brasil Convênios.

Nutricionista Gabriela Polakowski - CRN - 8 15420.


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